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Os moradores da Ocupação Quilombo do Paraíso vivem em casas pequenas, quentes e pouco ventiladas. A falta recorrente de água na comunidade e a ausência de saneamento básico tornaram a pandemia ainda mais dura para seus moradores. As dificuldades são diversas, por isso cada vez mais o serviço de orientação do Balcão Psicossocial, tecnologia social desenvolvida pela Avante – Educação e

A  Rede Não Bata, Eduque - cuja missão é desnaturalizar a prática dos castigos físicos e humilhantes como forma de educar e cuidar de crianças e adolescentes no meio familiar, escolar, comunitário, nos meios de comunicação tradicionais e nas mídias sociais – divulgou, no dia 13 de julho, uma Nota Pública – com participação da Avante – Educação e Mobilização

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completa 30 anos num cenário ainda desafiador para 31 milhões de crianças e jovens até 18 anos no Brasil que vivem na pobreza. De acordo com o relatório "Pobreza na Infância e na Adolescência", elaborado pelo UNICEF  (2019), seis em cada dez crianças e adolescentes encontram-se nessa situação – o que os

Única mulher negra candidata para o governo da Bahia/2018, Célia Sacramento (Rede Sustentabilidade/BA) assina termo de compromisso com a Avante-Educação e Mobilização Social, colocando a primeira infância como prioridade. A Avante é integrante da Rede Nacional Primeira Infância (RNPI) e secretaria executiva da Rede Estadual Primeira Infância da Bahia (REPI – BA). A instituição foi representada por Ana Marcilio, consultora

A Avante - Educação e Mobilização Social, instituição cuja missão é contribuir para a formação do cidadão, visando à garantia dos direitos sociais básicos e ao fortalecimento da sociedade civil, e como integrante da Rede Nacional Primeira Infância – um conjunto de 220 organizações da sociedade civil, governamentais, do mundo empresarial e de redes e movimentos setoriais que atuam na

Falar sobre a importância do brincar, compreender que este é um direito garantido às crianças em importantes documentos nacionais como a Constituição Federal (1988), artigo 227; seguida do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA/1990), artigos 4° e 16, é algo garantido para boa parte da população, em especial aquela que atua diretamente com as crianças no dia a dia.

As origens dos conflitos que assolam as relações nos contextos onde estão inseridas crianças e adolescentes são as mais variadas possíveis. Mas os impactos são sentidos em escala, da relação familiar à vida comunitária, no bairro, na cidade, no País. E quando dois ou mais não conseguem se entender, entra um terceiro, geralmente o braço da justiça para mediar as

Instituições da sociedade civil, entre elas a Avante – Educação e Mobilização Social, assinam carta que foi entregue, no último dia 31 de janeiro, a representantes do governo federal, cobrando engajamento do Estado brasileiro em Parceria Global para o Fim da Violência contra Crianças e Adolescentes (Global Partnership to End Violence Against Children), liderada pela ONU, e compromisso com o enfrentamento e fim

Ao falar na violação dos direitos da criança e do adolescente, é inevitável pensar na população mais vulnerável. Trabalho Infantil, evasão escolar e violência doméstica fazem, muitas vezes, parte do cenário que atinge as crianças e adolescentes, sobretudo, negros e pobres. Para que os direitos cheguem a essa população, existe um Sistema de Garantia de Direitos (SGD) que, segundo o

Quando o assunto é “crianças e adolescentes”, normalmente se pensa na família como instituição responsável por sua proteção e cuidados. O que muita gente não sabe é que essa responsabilidade, de acordo com a Constituição Federal (1988), deve ser compartilhada com a sociedade e com o Estado. Por isso, é comum desconhecer o que compete a cada um, o que