outubro 2021

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A primeira infância ainda não tem a necessária visibilidade nas políticas públicas municipais. Mesmo com o arcabouço legal conquistado pela sociedade brasileira, a exemplo do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o Plano Nacional pela Primeira Infância (PNPI) e o Marco Legal da Primeira Infância (Lei Nº 13.257/2016), muito ainda precisa ser feito para o fortalecimento do Sistema de

Ver, reconhecer e respeitar a diversidade das infâncias foi a chave  do encontro entre Maria Thereza Marcilio, presidente da Avante - Educação e Mobilização Social, e André Baniwa, escritor e liderança que integra a Federação das Organizações Indígenas do Alto Rio Negro (FOIRN), no Amazonas, convidados para o Webinário: Criança e Infâncias: a diversidade e a garantia de direitos na

Arthur Alves Ramos tem seis anos e é muito levado. Mesmo muito pequeno, vive se metendo em confusão. Ele mora na Ocupação Quilombo do Paraíso, comunidade que integra o Movimento Sem Teto de Salvador, no Subúrbio Ferroviário de Salvador (BA), onde crianças em situação de vulnerabilidade social vivenciam suas infâncias. Nessa perspectiva, é inevitável que os desafios vividos nos dias

As famílias em contexto de vulnerabilidade social convivem com as mais adversas situações no dia a dia, ainda mais num contexto de pandemia, que agravou a fome, aumentou o desemprego, fragilizando a estrutura familiar, já bastante precarizada. Em meio a este cenário estão mães sobrecarregadas e estressadas, muitas delas as principais, senão únicas, responsáveis pela educação dos filhos. Uma situação